quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Redes de Aprendizagem


Registros autoavaliativos




Questões para reflexão

Qual é sua postura  frente ao erro?

 O erro faz parte do processo de aprendizagem, à partir do erro o indivíduo busca outros caminhos diante  de uma situação problema, formula novas hipóteses,ações e constrói seu conhecimento.Entendo o erro como sendo necessário para que o indivíduo busque o conhecimento,para o professor o erro indica que houve falhas no processo de ensino - aprendizagem  e serve como incentivo  para aperfeiçoar sua metodologia.

Como você age frente aos erros e equívocos dos alunos? Você concorda que errar seja parte integrante e importante do processo de aprendizagem?

 Frente ao erro dos alunos, questiono a fim de descobrir a hipótese que o levou ao erro. Confronto sua hipótese para que ele perceba as falhas e então buscamos juntos as respostas.
Concordo que errar seja parte integrante e importante do processo de aprendizagem, pois é através do erro que buscamos nos aperfeiçoar e temos a oportunidade de chegar a conhecimentos significativo.

E perante ao equívocos e incompletudes? Como você reage quando desconhece determinado assunto que os alunos questionam? Ou quando os alunos trazem informações que descortinam aspectos conflitantes com o que você trabalhou com a turma ?

Quando desconheço determinado assunto,indago o estudante a fim e saber qual é o seu conhecimento sobre o assunto,sou sincera e digo que vou pesquisar e trazer a resposta numa próxima aula.





Redes de Aprendizagem
Utilizando Redes Sociais de forma crítica e produtiva




Identificamos que para realizar a participação em uma rede social houve a ajuda de um amigo ou parente para fazer essa socialização, assim como fomos auxiliadas em nossa primeira experiência também procuramos auxiliar quem solicita,sobretudo alguns estudantes que ainda não tem familiaridade com as redes sociais.
Usamos as redes sociais para conversas com amigos, colegas e familiares, também  para disponibilizar atividades aos estudantes, conhecer pessoas novas,reencontrar amigos,troca de informações,estudar, pesquisas e outros.Nossas atividades preferidas são as que não estejam relacionadas ao trabalho, pois assim se torna também uma ferramenta de lazer.
Através das redes sociais podemos disponibilizar materiais para os estudantes, os mesmos  podem tirar suas dúvidas,resolver atividades e socializar os trabalhos.As Redes sociais também têm seu lado negativo porque algumas pessoas usam de comentários ofensivos, postam fotos e vídeos distorcendo fatos e imagens  e denegrindo a imagem das pessoas. Não há tanta privacidade nas redes sociais por mais segura que pareça ser, sempre tem alguém disposto a burlar o sistema.
Percebemos que a diferença  entre o e-Proinfo e a comunidade virtual que utilizamos está no fato de que o e-Proinfo é um site direcionado a educação, tem menos seguidores enquanto as redes sociais que utilizamos aborda diferentes assuntos  onde todos podem  visualizar em tempo real.




Redes de Aprendizagem

Cultura Jovem




Eles se acham engraçados e originais. Confiam em si mesmos e desconfiam dos políticos até a ponta do cordão cuidadosamente desamarrado do tênis. Querem terminar os estudos, ter sucesso na carreira. O dinheiro não é tudo, mas contam com uma vida confortável, uma boa casa, uma família feliz. Adoram televisão, ouvem pirâmides intermináveis de cds, saem muito com os amigos. Não estão com cabeça para reflexões filosóficas. Usam jeans e camiseta, bem descontraídos e de preferência com boas etiquetas. Devoram hamburgers e dedilham computadores com presteza.
Qualquer pessoa pode identificar nessas condições um retrato dos jovens que inundam os shoppings e engarrafam o trânsito na saída de colégios de classe média e estará certa. Jovens brasileiros? Acrescentem-se à lista americanos de todas as origens étnicas e homogêneos tailandeses, argentinos, egípcios e franceses, russinhos para os quais o comunismo não é mais nem um retrato na parede, coreanos expeditos, ingleses, alemães. O planeta teen, com todas as diferenças nacionais, é hoje extraordinariamente parecido, numa escala como já mais se viu antes.
Pela primeira vez na História da Humanidade, existe uma geração que, em escala planetária, sob o bombardeio de uma onipresente indústria cultural e com extraordinário acesso à informação, sente, ouve e vê as mesmas coisas.
A globalização se dá sob o arrasador poder de fogo da cultura americana. Feche os olhos e tente imaginar a quantidade de jovens que, neste exato momento, em todo o planeta, estão ouvindo a banda Green Day, pensando em dar uma volta para comer um Big Mac ou comentando o filme Pulp Fiction. Os jovens de classe média alta demonstram uma impressionante unanimidade de aspirações. Não estão interessados em expressar rebeldia nem em deflagrar movimentos de contestação. A preocupação com o meio ambiente, martelada desde a infância nas cabecinhas desta geração, não consta da lista de prioridades nem de 50% dos adolescentes.
Independentemente da latitude em que vive o jovem global é dono de uma autoconfiança que beira a arrogância. O jovem tem muita confiança no seu potencial, isso é bom porque lhe dá mais força para lutar por suas metas.
 Essa auto confiança quase delirante, é agora acompanhada por uma marcante preocupação com a morte. O banditismo nas grandes cidades e os vírus letais assombram cada vez mais as cabecinhas em formação, em meio a um clipe do Cranberries e a uma jogada sensacional do Shaquille O`Neal. Entre as preocupações mais intensas relacionadas ao assunto, registradas no total, estão a saúde dos pais, a própria, a AIDS e, principalmente, perder quem ama.
Na década de sessenta, os pais do jovem global provavelmente não acreditavam em ninguém com mais de trinta anos. Mas agora a história é outra: os filhos mostram que o conflito de gerações passa por uma fase de baixa intensidade.
O que os adolescentes mais gostam de fazer é saudável, positivo. Seja rap ou funk, seja jazz, samba ou axé music, qual for o tipo de música, só faz bem. O único mal que a música pode causar é provocar alguma deficiência ou uma diminuição da capacidade auditiva, porém só se ouvida muito alta, excessivamente alta e por muito tempo.


                        Atividade 2.1- Mapeamentos Iniciais


Nas experiências e diálogos com outros educadores e pais, quais comentários são comuns a cerca da cultura jovem, permeada por tecnologias?
São comuns os comentários que os jovens estão ficando cada vez mais ociosos pois ficam na frente do computador a maior parte do tempo, tem muitos amigos virtuais e poucos amigos reais, perdem a noção do tempo quando estão interagindo com as tecnologias...
Em contrapartida também há comentários que o jovem tem maior facilidade em manusear as tecnologias, possuem uma gama de informações a disposição em tempo real, conseguem se comunicar rapidamente.

Vocês também percebem preconceitos e estereótipos depreciativos?
Sim, pessoas que dominam as tecnologias e dedicam uma grande parte do seu tempo nessa área são rotuladas como “nerds”, e isso pode ser um motivo de vergonha para os jovens.

Em contraste, quais virtudes das novas gerações também aparecem nos diálogos?
Esses jovens são criativos e bem humorados, basta observarmos uma infinidade de vídeos na internet e outras criações que dependem das tecnologias.
São inteligentes, apresentam facilidade em manusear as novas tecnologias.
  



Redes de Aprendizagem
Dança da Bailarina


domingo, 15 de setembro de 2013


REDES DE APRENDIZAGEM

1- Em sua opinião, de que forma mídias como a televisão, jogos, internet modificaram as formas de agir e pensar de crianças e jovens na atualidade?
R:  Em minha opinião as mídias facilitaram a aprendizagem pois tornaram os conteúdos mais concretos, uma vez que tem imagem, som e entretenimento ao seu dispor. Por outro lado, percebo que as mídias ditam tendências, comportamentos e valores, muitas vezes inadequados.
 Muitas famílias deixaram a tarefa da educação dos filhos para programas de televisão, crianças não desenvolvem coordenação motora com esportes e brincadeiras ao ar livre, jovens se comunicam com centenas de pessoas ao mesmo tempo mas não conseguem manter relacionamentos que não seja online.

2- Quais as implicações dessas mudanças na relação com as gerações anteriores (pais, educadores)?
R: A relação entre essa geração nativa nas mídias e as gerações anteriores muitas vezes é repleta de conflitos:
Pais e professores não estão em sintonia com a realidade dos jovens. Não compreendem suas dinâmicas de relacionamento, entretenimento e construção do conhecimento.
Jovens e crianças de hoje lidam com naturalidade com as mídias enquanto muitos pais e professores têm dificuldades, afinal, nasceram em outro meio. Isso leva a geração anterior ser rotulada como ultrapassada.
3- Como você percebe que essas mudanças estão a impactar o cotidiano das nossas escolas?
As mídias são recursos pedagógicos riquíssimos, quebram barreira de tempo, distancia e espaço.
Apesar do professor ter ainda dificuldade em manuseá-la os estudantes podem se tornar ótimos colaboradores pois dominam-na plenamente.
A antiga conversa paralela com o colega esta sendo substituída pelo bate papo às escondidas pelo celular. A cola é passada via mensagens eletrônicas, as ofensas entre estudantes se estenderam ao Facebook.
O cotidiano da escola mudou, mas antigos hábitos só ganharam roupa nova.