segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Ativ. 1.1 - Unidade I > Priscila Prisco

Destacamos a Atividade 1.1, que trata da Imagem da Escola, referente a Unidade I, elaborada pela Cursista Priscila Prisco, professora da Ernesto Solon Borges.


, no tempo de nossos pais e avós, as escolas eram muito r
Curso: Redes de Aprendizagem

Formador: Edson Leonel

Cursista: Priscila Prisco

Escola: Ernesto Solon Borges.


Atividade 1.1 – A Imagem da Escola


Quantas vezes nos deparamos com o discursos de pessoas com mais de 40 anos, que diz que a escola pública "do meu tempo" tinha qualidade, que os professores ensinavam para valer...

Não se pode comparar a escola pública de hoje e a "daquele tempo" sem levar em conta que, no passado, essa escola era para poucos.

Qualquer pessoa pode comparar o elitismo da escola pública no passado comparando fotos. Reparem só como as fotos de escolas públicas do passado apresentam apenas crianças de cor branca, bem vestidas, com uniformes impecáveis.


Hoje, a escola pública se massificou. Nela, há pobres, pretos, filhos de analfabetos, enfim, crianças que não encontravam lugar na escola "daquele tempo".


Também verificamos diferenças nos recursos.
Na escola do passado os estudantes sentavam em carteiras duplas.
Os professores tinham como recurso para ministrar suas aulas principalmente o quadro negro, giz e livro didático.
Para disciplinar os estudantes utilizavam palmatória e uma infinidade de castigos.
A escola de hoje conta com vários recursos tecnológicos: lousa digital, computadores, TV, som, câmera fotográfica, filmadora, data show, retroprojetor.
A lousa já não é o único recurso disponível, mas até a lousa evoluiu, hoje ela é branca e não é necessário conviver com o pó do giz pois foram substituídos por canetas.
O livro didático continua entre nós, mas hoje possui mais ilustrações e busca incentivar o estudante a construir seu conhecimento. Os livros são escolhidos depois de criteriosa análise de especialistas e dos professores.
Havia grande respeito e temor pelo professor, por isso os alunos geralmente não perguntavam, nem questionavam suas ordens.
Hoje a escola é vista como um local de convivência e de produção de conhecimentos. O professor orienta os alunos e incentiva sua participação.
A escola sofreu grandes transformações ao longo dos anos. Chegamos ao século XXI com o desafio de oferecer uma escola de qualidade para todos!!!!






REDES DE APRENDIZAGEM

  1. Atividades 3.1 – Diretrizes da Escola frente ao uso das Mídias Sociais



    Quando observamos o uso das redes sociais nas esc...olas verificamos os benefícios e grande número de riscos.
    Entendemos que existem benefícios quanto ao uso das redes sociais, entre eles a divulgação de trabalhos realizados na escola, pois os alunos podem postar seus trabalhos, projetos e matérias de interesse no facebook da escola, estimulando a participação de toda comunidade escolar tornando-a muita mais ativa. Mas acreditamos também que os beneficio só será concretizado com o trabalho direcionado do professor que até muitas vezes não consegue totalmente por causa dos alunos não terem maturidade para escolher os reais interesses e o verdadeiro motivo de estarem estudando, porque a maioria dos estudantes infelizmente utilizam o facebook e demais redes sociais com motivos totalmente alheios à sala de aula, interferindo no seu rendimento escolar, uma das grandes preocupações por parte dos professores, mas não por parte dos alunos.
    Um dos maiores vilões na sala de aula é o celular, que tem deixados os alunos cada vez mais desatentos nas aulas diminuindo seu interesse pela aprendizagem, diante disso a nossa escola no seu regimento escolar amparado por uma lei estadual que proibi o aluno utilizar o celular em sala de aula.

REDES DE APRENDIZAGEM






  1. Atividade: 1.3 - Relação Homem - Técnica.

    Título: Relação homem-técnica. Momento 2
    Escola: Estadual Ernesto Solon Borges
    Cursista (as): Patrícia Pinto e Priscila Prisco Nepumoceno
    Turma: Edson Leonel Bandeirantes/MS

    Situação-problema 2:

    Analise a realização de tarefas escolares, comparando diferentes gerações....
    Como as crianças e jovens realizam as tarefas escolares hoje? Quais tecnologias e dispositivos de suporte utilizam?

    A maioria das crianças e jovens realizam suas tarefas utilizando computares com acesso a Internet, Smartphones, tablets, etc. São os nativos da Era Digital.

    Quais as diferenças podem ser identificada sem relação as gerações anteriores?

    Dispositivos eletrônicos móveis fazem parte da maioria do dia a dia de nossos alunos, utilizá-los em salade aula é uma maneira de fazer com que o aprendizado se torne mais prazeroso.
    As gerações anteriores utilizavam de formas tradicionais, através de exposição oral do professor, livro, caderno, quadro, giz e apagador.

    De que forma você considera que a mudança de tecnologias alterou o processo?
    Após leitura da Unidade 1- Cultura Midiática e Escola, entendemos que é cedo para uma afirmação de como estará o ensino em longo prazo com uso dessas tecologias. “Os tempos mudam e alguns conhecimentos se tornam obsoletos.

3.2 TRAÇANDO O HISTÓRICO DA RELAÇÃO ESCOLA COMUNIDADE

FOTOS ILUSTRANDO RELAÇÃO ESCOLA COMUNIDADE






REDES DE APRENDIZAGEM


DIÁLOGO SOBRE GERAÇÕES


Objetivos
- Analisar o comportamento atual dos jovens comparando-o ao comportamento de jovens de outras épocas.
- Identificar as características dos jovens da cibercultura  hoje.

Conteúdos
- Comportamento.
- Cirbercultura.

Tempo estimado
Duas aulas.

Material necessário
 Será apresentado o Video:
https://www.youtube.com/watch?v=MaSYa0QNVUM
Câmera Fotográfica
Filmadora
Computador

Introdução
 Para quem pensa que a ideia de “juventude” sempre existiu. No século 20, essa ideia ganha impulso e torna-se possível configurar e delimitar o aparecimento do que convencionamos chamar de “cultura jovem”. Se, na década de 1960, essa cultura apresentava traços rebeldes e contestadores, mantendo relações estreitas com o movimento da contracultura, hoje ela parece ter perdido o potencial emancipatório e se acomodado às novas exigências do capitalismo, já que ela busca no consumo os traços que definem sua identidade. Com base nesse plano de aula discuta com seus alunos os traços mais marcantes do comportamento dos jovens na atualidade.
 

Desenvolvimento
1ª aula
Apresentação do Video: ”We all want to be Young”.
Comece convidando seus alunos a efetuarem uma reflexão sobre o vídeo apresentado, comparando o comportamento do jovem atual com os jovem do passado.Dessa maneira observando os benefícios e os problemas que vislumbram a sociedade contemporânea, Como eles compreendem a cibercultura e se eles se sentem integrantes desse movimento.
Solicitar aos estudantes que fotografem e ou filmem o que é Ser Jovem conforme sua Realidade.
2ª aula
Na STE, os estudantes irão produzir slides com os materiais colhidos por eles, com imagens e textos que expressem o que é ser Jovem. Após será recolhido todos os slides para a montagem de um vídeo coletivo.
Avaliação
Com base na participação dos alunos, nas atividades propostas e na produção de texto, verifique se houve entendimento sobre as características da cultura jovem: suas transformações, bem como as causas e as consequências de tais mudanças para a vida do jovem de hoje.


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Redes de Aprendizagem



Atividade 3.3 Buscando pontes de cooperação com a comunidade


   Consideramos que a família pode ser uma forte aliada com o fortalecimento  da comunidade escolar. É necessário trazer a família para a escola! Mas como fazer isso, se nas reuniões escolares geralmente estão presentes a minoria de pais?Uma reportagem da revista escola mostra uma experiência bem sucedida na EE Giulio David Leone, em São Paulo:

“Envolver os familiares na elaboração da proposta pedagógica pode ser a meta dos educadores ávidos por um entrosamento total com eles. Foi o que fez a EE Giulio David Leone, em São Paulo. Em 1994, os professores da Giulio sentiram na pele a rejeição dos pais ao chamá-los para conversar sobre a implantação do sistema modular de ensino. Depois de expor o projeto, a diretora Marlene Rodrigues da Cruz ouviu de vários deles: "Pior não fica". Chocada com o comentário, ela viu que, antes de qualquer iniciativa, era preciso mobilizar a equipe pedagógica para resgatar a credibilidade da instituição. Ao longo dos anos, reuniões eram convocadas a cada dois meses não para reclamar do comportamento dos estudantes, mas para contar o que eles iriam aprender, para que e como. Quem compareceu ajudou na consolidação do novo projeto pedagógico.
 
Os encontros eram marcados por dinâmicas nas quais os participantes percebiam a importância do trabalho conjunto. Aos pais (principalmente nos finais de semana) e aos alunos (sempre no contra turno) foram oferecidas oficinas de culinária, teatro, informática e jogos recreativos, entre outras. Hoje, depois de 12 anos de parceria consolidada, os resultados falam por si: a retenção caiu de 45% para 2% (antes mesmo da implantação da progressão continuada); a evasão recuou de 20% para 3%; e o número dos que prestam vestibular saltou para 60%, contra menos de 1% em 1994”.

A Fundação Vitor Civita é uma organização sem fins lucrativos que tem como objetivo ajudar professores e gestores escolares. Produz as duas maiores revistas de educação do Brasil e o site com um banco de dados sobre a prática docente no país.
A revista Nova Escola chega mensalmente a 97% da escolas brasileiras trazendo práticas educacionais de sucesso. Criada em 2009 a revista Gestão Escolar traz informações para os gestores melhorarem o ensino.

“Amigos da Escola” é um projeto social brasileiro fundado pela Rede Globo, em agosto de 1999, que visa fortalecer a rede pública de ensino básico. Além de ser uma iniciativa privada, o projeto social é um dos mais importantes empreendimento social do país que visam o bem social e não a lucratividade, São escolhidos temas relevantes à sociedade, sendo organizadas atividades especiais. Em 2006, o assunto central era educação, ética e cidadania, sendo estimada a participação de 70.000 pessoas nos quatro dias temáticos.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Reflexão sobre a participação em Redes


Participo do curso Redes de Aprendizagem, no e-Proinfo, procuro contribuir com minhas opiniões e experiências bem sucedidas. Costumo comentar e avaliar os trabalhos e mensagens nos fóruns. Quando recebo comentários de minhas postagens sinto-me integrada, gosto de perceber os diferentes pontos de vista sobre determinado assunto. Sempre que possível verifico e respondo as mensagens que recebo. Entre as redes que participo, as que se enquadram na definição de comunidade de prática, apresentada por WENGER (2006) são face book, e-Proinfo, MSN...

Acredito que as comunidades poderiam evoluir quanto a posse dos direitos autorais, muitas pessoas recortam, colam e se apropriam de opiniões e conceitos como se fossem delas sem sequer citar o autor. Vivemos num mundo virtual onde pensar e construir com suas opiniões esta sendo substituído pelo recorta-cola. Faz parecer que estamos rodeados por intelectuais, mas são meros papagaios treinados para repetir o que leem.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Redes de Aprendizagem


Registros autoavaliativos




Questões para reflexão

Qual é sua postura  frente ao erro?

 O erro faz parte do processo de aprendizagem, à partir do erro o indivíduo busca outros caminhos diante  de uma situação problema, formula novas hipóteses,ações e constrói seu conhecimento.Entendo o erro como sendo necessário para que o indivíduo busque o conhecimento,para o professor o erro indica que houve falhas no processo de ensino - aprendizagem  e serve como incentivo  para aperfeiçoar sua metodologia.

Como você age frente aos erros e equívocos dos alunos? Você concorda que errar seja parte integrante e importante do processo de aprendizagem?

 Frente ao erro dos alunos, questiono a fim de descobrir a hipótese que o levou ao erro. Confronto sua hipótese para que ele perceba as falhas e então buscamos juntos as respostas.
Concordo que errar seja parte integrante e importante do processo de aprendizagem, pois é através do erro que buscamos nos aperfeiçoar e temos a oportunidade de chegar a conhecimentos significativo.

E perante ao equívocos e incompletudes? Como você reage quando desconhece determinado assunto que os alunos questionam? Ou quando os alunos trazem informações que descortinam aspectos conflitantes com o que você trabalhou com a turma ?

Quando desconheço determinado assunto,indago o estudante a fim e saber qual é o seu conhecimento sobre o assunto,sou sincera e digo que vou pesquisar e trazer a resposta numa próxima aula.





Redes de Aprendizagem
Utilizando Redes Sociais de forma crítica e produtiva




Identificamos que para realizar a participação em uma rede social houve a ajuda de um amigo ou parente para fazer essa socialização, assim como fomos auxiliadas em nossa primeira experiência também procuramos auxiliar quem solicita,sobretudo alguns estudantes que ainda não tem familiaridade com as redes sociais.
Usamos as redes sociais para conversas com amigos, colegas e familiares, também  para disponibilizar atividades aos estudantes, conhecer pessoas novas,reencontrar amigos,troca de informações,estudar, pesquisas e outros.Nossas atividades preferidas são as que não estejam relacionadas ao trabalho, pois assim se torna também uma ferramenta de lazer.
Através das redes sociais podemos disponibilizar materiais para os estudantes, os mesmos  podem tirar suas dúvidas,resolver atividades e socializar os trabalhos.As Redes sociais também têm seu lado negativo porque algumas pessoas usam de comentários ofensivos, postam fotos e vídeos distorcendo fatos e imagens  e denegrindo a imagem das pessoas. Não há tanta privacidade nas redes sociais por mais segura que pareça ser, sempre tem alguém disposto a burlar o sistema.
Percebemos que a diferença  entre o e-Proinfo e a comunidade virtual que utilizamos está no fato de que o e-Proinfo é um site direcionado a educação, tem menos seguidores enquanto as redes sociais que utilizamos aborda diferentes assuntos  onde todos podem  visualizar em tempo real.




Redes de Aprendizagem

Cultura Jovem




Eles se acham engraçados e originais. Confiam em si mesmos e desconfiam dos políticos até a ponta do cordão cuidadosamente desamarrado do tênis. Querem terminar os estudos, ter sucesso na carreira. O dinheiro não é tudo, mas contam com uma vida confortável, uma boa casa, uma família feliz. Adoram televisão, ouvem pirâmides intermináveis de cds, saem muito com os amigos. Não estão com cabeça para reflexões filosóficas. Usam jeans e camiseta, bem descontraídos e de preferência com boas etiquetas. Devoram hamburgers e dedilham computadores com presteza.
Qualquer pessoa pode identificar nessas condições um retrato dos jovens que inundam os shoppings e engarrafam o trânsito na saída de colégios de classe média e estará certa. Jovens brasileiros? Acrescentem-se à lista americanos de todas as origens étnicas e homogêneos tailandeses, argentinos, egípcios e franceses, russinhos para os quais o comunismo não é mais nem um retrato na parede, coreanos expeditos, ingleses, alemães. O planeta teen, com todas as diferenças nacionais, é hoje extraordinariamente parecido, numa escala como já mais se viu antes.
Pela primeira vez na História da Humanidade, existe uma geração que, em escala planetária, sob o bombardeio de uma onipresente indústria cultural e com extraordinário acesso à informação, sente, ouve e vê as mesmas coisas.
A globalização se dá sob o arrasador poder de fogo da cultura americana. Feche os olhos e tente imaginar a quantidade de jovens que, neste exato momento, em todo o planeta, estão ouvindo a banda Green Day, pensando em dar uma volta para comer um Big Mac ou comentando o filme Pulp Fiction. Os jovens de classe média alta demonstram uma impressionante unanimidade de aspirações. Não estão interessados em expressar rebeldia nem em deflagrar movimentos de contestação. A preocupação com o meio ambiente, martelada desde a infância nas cabecinhas desta geração, não consta da lista de prioridades nem de 50% dos adolescentes.
Independentemente da latitude em que vive o jovem global é dono de uma autoconfiança que beira a arrogância. O jovem tem muita confiança no seu potencial, isso é bom porque lhe dá mais força para lutar por suas metas.
 Essa auto confiança quase delirante, é agora acompanhada por uma marcante preocupação com a morte. O banditismo nas grandes cidades e os vírus letais assombram cada vez mais as cabecinhas em formação, em meio a um clipe do Cranberries e a uma jogada sensacional do Shaquille O`Neal. Entre as preocupações mais intensas relacionadas ao assunto, registradas no total, estão a saúde dos pais, a própria, a AIDS e, principalmente, perder quem ama.
Na década de sessenta, os pais do jovem global provavelmente não acreditavam em ninguém com mais de trinta anos. Mas agora a história é outra: os filhos mostram que o conflito de gerações passa por uma fase de baixa intensidade.
O que os adolescentes mais gostam de fazer é saudável, positivo. Seja rap ou funk, seja jazz, samba ou axé music, qual for o tipo de música, só faz bem. O único mal que a música pode causar é provocar alguma deficiência ou uma diminuição da capacidade auditiva, porém só se ouvida muito alta, excessivamente alta e por muito tempo.


                        Atividade 2.1- Mapeamentos Iniciais


Nas experiências e diálogos com outros educadores e pais, quais comentários são comuns a cerca da cultura jovem, permeada por tecnologias?
São comuns os comentários que os jovens estão ficando cada vez mais ociosos pois ficam na frente do computador a maior parte do tempo, tem muitos amigos virtuais e poucos amigos reais, perdem a noção do tempo quando estão interagindo com as tecnologias...
Em contrapartida também há comentários que o jovem tem maior facilidade em manusear as tecnologias, possuem uma gama de informações a disposição em tempo real, conseguem se comunicar rapidamente.

Vocês também percebem preconceitos e estereótipos depreciativos?
Sim, pessoas que dominam as tecnologias e dedicam uma grande parte do seu tempo nessa área são rotuladas como “nerds”, e isso pode ser um motivo de vergonha para os jovens.

Em contraste, quais virtudes das novas gerações também aparecem nos diálogos?
Esses jovens são criativos e bem humorados, basta observarmos uma infinidade de vídeos na internet e outras criações que dependem das tecnologias.
São inteligentes, apresentam facilidade em manusear as novas tecnologias.
  



Redes de Aprendizagem
Dança da Bailarina


domingo, 15 de setembro de 2013


REDES DE APRENDIZAGEM

1- Em sua opinião, de que forma mídias como a televisão, jogos, internet modificaram as formas de agir e pensar de crianças e jovens na atualidade?
R:  Em minha opinião as mídias facilitaram a aprendizagem pois tornaram os conteúdos mais concretos, uma vez que tem imagem, som e entretenimento ao seu dispor. Por outro lado, percebo que as mídias ditam tendências, comportamentos e valores, muitas vezes inadequados.
 Muitas famílias deixaram a tarefa da educação dos filhos para programas de televisão, crianças não desenvolvem coordenação motora com esportes e brincadeiras ao ar livre, jovens se comunicam com centenas de pessoas ao mesmo tempo mas não conseguem manter relacionamentos que não seja online.

2- Quais as implicações dessas mudanças na relação com as gerações anteriores (pais, educadores)?
R: A relação entre essa geração nativa nas mídias e as gerações anteriores muitas vezes é repleta de conflitos:
Pais e professores não estão em sintonia com a realidade dos jovens. Não compreendem suas dinâmicas de relacionamento, entretenimento e construção do conhecimento.
Jovens e crianças de hoje lidam com naturalidade com as mídias enquanto muitos pais e professores têm dificuldades, afinal, nasceram em outro meio. Isso leva a geração anterior ser rotulada como ultrapassada.
3- Como você percebe que essas mudanças estão a impactar o cotidiano das nossas escolas?
As mídias são recursos pedagógicos riquíssimos, quebram barreira de tempo, distancia e espaço.
Apesar do professor ter ainda dificuldade em manuseá-la os estudantes podem se tornar ótimos colaboradores pois dominam-na plenamente.
A antiga conversa paralela com o colega esta sendo substituída pelo bate papo às escondidas pelo celular. A cola é passada via mensagens eletrônicas, as ofensas entre estudantes se estenderam ao Facebook.
O cotidiano da escola mudou, mas antigos hábitos só ganharam roupa nova.


quarta-feira, 28 de agosto de 2013





    Atividade proposta para os estudantes do Ensino Médio, 2º ano.
  Acredito que o ensino de forma lúdica é mais motivador e permite que os estudantes aprendam brincando. Nessa atividade os estudantes tiveram que criar uma paródia sobre o sarampo e apresentar na forma de vídeo para a turma. 
    Os estudantes demostraram interesse e prazer em realizar a atividade, já que eles estão familiarizados com a técnica de produção de vídeos e postagem no youtube.